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PCERJ em Ação

Polícia Civil desarticula quadrilha acusada de contrabando de cigarros

Fotos: Paulo Toscano

ASCOM - Assessoria de Comunicação
06/07/2018 17h35 - Atualizado em 06/07/2018 17h35

Polícia Civil desarticula quadrilha acusada de contrabando de cigarros

Policiais da 37ª DP (Ilha do Governador), com apoio de 50 delegacias e da CORE, realizaram, nesta quinta-feira (05), a Operação Lawless, para cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão contra milicianos que atuam na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A quadrilha é apontada como responsável por movimentar a maior rede de comércio de cigarros contrabandeados no estado. Na ação 12 pessoas foram presas, cinco carros e uma lancha apreendidos, além de cigarros, armas e munições.

- Essa é mais uma operação exitosa sob o ponto de vista de estratégia de combate à criminalidade. Nossa orientação é não só realizar prisões, mas também desmantelar o viés financeiro da organização criminosa denominada milícia - afirmou o chefe de polícia Rivaldo Barbosa.

De acordo com o delegado William Pena Junior, titular da 37ª DP, as investigações tiveram início há oito meses com intenso trabalho de inteligência e monitoramento. A apuração levantou que os criminosos agiam nas regiões de Campo Grande e Santa Cruz, explorando os serviços habituais de milícia, além do contrabando de cigarros e lavagem de dinheiro.

Ainda segundo a investigação, somente um dos alvos chegou a lucrar mais de um milhão de reais com o comércio ilegal de cigarros. Os criminosos vão responder pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, receptação qualificada e parcelamento de solo urbano.

Segue balanço da operação:

-12 prisões em cumprimento a mandado de prisão, sendo quatro agentes públicos ( 3 SEAP e 1 PMERJ);

-01 prisão em flagrante por porte ilegal de arma;

-05 veículos apreendidos;

-01 lancha;

-02 pistolas;

-01 revólver;

-Munições de pistola;

-Caixas de cigarros;

- Planilhas e documentos com anotações;

-Telefones celulares.

A ação contou ainda com o apoio das Corregedorias da Secretaria de Administração Penitenciária e da Polícia Militar. O material apreendido será analisado e as investigações seguem em andamento.