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Institucional

Comissário carioca é homenageado pela Polícia Civil de Roraima

Fotos: Paulo Toscano

ASCOM - Assessoria de Comunicação
09/05/2017 19h33 - Atualizado em 11/05/2017 16h07
por Marcelo Ahmed

O comissário Felipe Leal, da Divisão Antissequestro (DAS), foi homenageado, no último dia 22 de abril de 2017, pela Polícia Civil de Roraima, onde recebeu uma placa “Amigos de Roraima”, após ministrar Curso de Progressão em Área de Risco (CPAR) e formar, aproximadamente, trezentos agentes, entre policiais militares, civis e federais.

O evento, realizado na Acadepol de Roraima, contou com as presenças do secretário de Segurança Pública, Coronel Paulo Cesar, da chefa de Polícia, Dra. Ednéia Chagas, além de outras autoridades.

Precursor do CPAR na Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, o comissário Felipe Leal, ao longo de 31 anos de experiência, formou mais de três mil policiais nos cursos de Ações Táticas (CAT) e Progressão em Área de Risco (CPAR).

“O CPAR é um curso simples, prático, objetivo e seguro, cujo objetivo é o de capacitar o maior número possível de agentes para atuar em missões urbanas”, disse Felipe Leal.

Trazido ao Rio pelo inspetor Felipe leal para fazer intercâmbio com a DAS (Divisão Antissequestro), o delegado Paulo Henrique Moreira, titular do Terceiro Distrito Policial, do bairro Santa Tereza, na Capital de Roraima, vem em missão institucional entre os dias sete e quatorze desse mês. O delegado já participou do CAT – Curso de Ações Táticas, em 2005, promovido pela Academia de Polícia Sylvio Terra.

Acostumado com desafios diários da profissão, o delegado Paulo Henrique destaca a importância desses cursos ao proferir a seguinte frase: “quanto mais eu treino, mais sorte tenho, devido a capacidade técnica que adquiro”.

Paulo Henrique Moreira elogiou o trabalho da DAS, onde diz que se sentiu em casa, bem acolhido com a oportuna troca de experiências que trouxe da instituição roraimense.

- as instituições policiais civis, federal e militares tem necessidades imediatas de qualificarem mais seus policiais devido ao recrudescimento da violência em todos os estados da federação. Trabalhar mais a interlocução, os órgãos de inteligência, aprimorar o trabalho operacional na atividade fim e os próprios intercâmbios porque cada região tem suas peculiaridades e por elas os bandidos se deslocam e atuam.

O delegado Paulo Henrique é entusiasta das parcerias e operações conjuntas que concentrem esforços para vencer a criminalidade. Ele assegura que as forças de segurança sem intercâmbio padecem diante da mobilidade dos criminosos.