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Operação prende 9 envolvidos em tráfico de drogas em Paraíba do Sul

Fotografia: Divulgação

ASCOM - Assessoria de Comunicação
09/08/2017 18h45 - Atualizado em 09/08/2017 18h45

Sete pessoas foram presas, nesta terça-feira (08/08),  em cumprimento a mandados de prisão preventiva, expedidos pela Justiça, durante a operação Dominó, desencadeada por policiais da 107ª DP (Paraíba do Sul), com apoio de policiais militares do 38º BPM, para prender envolvidos em tráfico de drogas, uso de arma de fogo e na repressão a vinda de traficantes do Rio para o município.

Com base em inquéritos policiais para apurar o recrutamento de adolescentes de favelas cariocas para atuar na venda de drogas em Paraíba do Sul, os agentes focaram a na localidade conhecida como Agronômica.  De acordo com as informações, os adolescentes do Rio de janeiro foram identificados, apreendidos e encaminhados para instituições de internação.

Munidos  desses dados, os agentes passaram a  realizar uma espécie de efeito dominó, identificando as pessoas responsáveis pelas drogas apreendidas e pelo recrutamento dos adolescentes. Também foram aprendidas uma arma e munições, bem como foram identificados três indivíduos que foram vistos com armas de fogo naquela região.

A partir das investigações, a autoridade policial da 107ª DP representou pela expedição de nove mandados de prisão preventiva pelo crime de tráfico de drogas e associação para o tráfico.  Tiveram as prisões decretadas, Adimilson Paiva Souza, o Baby, 24 anos; Alanderson Paiva de Souz, o Cabelinho, 22 anos; Jonatan França Gonçalves, o Jonycú, 19 anos; Lorrany Agata de Paula Rocha, 19 anos; Leonardo da Silva Guerço, o Leo, 28 anos; Ronan de Salles Januário, o RN,  18 anos; Marília Aparecida Adriano, 35 anos; Ariel Quanan Carvalho Santana, 28 anos; e Vitor Castilho De Oliveira, o VT,  34 anos.

A investigação apurou que Leo Guerço agia em conjunto com Lorrany e  Adimilson atuava ao lado de seu irmão Alanderson.  Ronan Januário agia como uma espécie de gerente do tráfico na localidade, estando ele a serviço de VT, o qual já se encontrava foragido no Complexo do Alemão, de onde mandava parte da droga comercializada na cidade.

Ariel Quanan, que já estava preso, teve um novo mandado de prisão decretado contra ele por causa dos indícios de que teria se associado a VT e, de dentro do presídio, estaria auxiliando no recrutamento de adolescentes em favelas ligadas a uma facção criminosa.

Marília Aparecida teve um mandado de prisão expedido devido aos indícios de que estaria associada ao grupo criminoso e hospedava em sua casa os jovens traficantes vindos do Rio de Janeiro. Jonatan agia em outra região da cidade e sua prisão foi realizada de forma antecipada, na segunda-feira (07/08),  porque havia indícios de que ele apresentava maior periculosidade por ostentar armas de fogo e hostilizando moradores. Foram cumpridos duas prisões em flagrante, um por receptação dolosa e outro por tráfico de drogas. As buscas continuam para  prender dois foragidos.